Meus pensamentos andam perdidos em meio a vozes de vários tempos. Sobre o amor entendo pouco. Não sei amar, não sei quando amar, não sei como amar. Alguém sabe? Alguém vai me perguntar: “De que amor você fala?” De todos! Somos tão racionais assim? O positivismo está tão penetrado em nossos códigos mais íntimos que, mesmo sem muita consciência, fragmentamos tudo em mil pedaços? Alguma coisa me dói e sei que tem algo relacionado ao amor. Mas amor a quê ou a quem? Tenho pistas sobre o que está acontecendo e vamos ver as coisas mais claras, mais nítidas aos olhos que agora parecem estar dormentes. Olhos que se restabelecem de um sono denso e silencioso.
Gosto muito do texto. Sempre gostei da forma como você escreve.
ResponderExcluirTenho algumas dúvidas,quando você fala em amor, esse amor passa por você? Acho que tenho uma resposta, sim...né. Pois em algum momento da sua vida você amou, uma ou mais vezes.
No começo em que você se refere a pensamentos que estão perdidos, está incluso o amor? O seu amor? Os vários amores de sua vida?
Você ,e deixou curioso. Quais são as pistas?
Sim, amores nascem em mim e ecoam para as outras pessoas. Mas às vezes me sinto perdido, sem saber qual amor está ecoando agora e se ele ecoa sobre a pessoa e situação certa. Creio que o sentimento de amar alguém seja traduzido por sensações e desejos que ultrapassam a racionalidade sem dela se desfazer, um querer estar junto, construir algo, partilhar coisas e momentos, pensar, sentir e desejar o outro imerso em sua vida. Quanto as pistas ... já não penso que amizades são sempre verdadeiras e que amigos querem sempre o melhor para nós. Já não creio que o amor por uma pessoa possa durar para sempre, mas acredito que ele possa se transformar e se trasformar ... e talvez vir a ser algo melhor até.
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